Todo mundo tem um sentimento ou sensação que dá aflição, certo? A minha mãe detesta sentir frio, meu noivo não gosta de decisões sem reflexão prévia, meu irmão despreza solidão, uma amiga ignora compromissos e eu detesto conformismo. Essa reflexão me veio à mente há alguns dias, quando me perguntaram o que me move. Eu pensei em várias coisas: amor, sorrisos, alegria, desejo... mas no final, percebi que cada uma delas faz parte de um sentimento maior que me conduz, a curiosidade. Talvez por isso eu seja jornalista. Pergunto muito, questiono, ouço, observo e tenho vontades e todas têm relação com a curiosidade, que para mim é o antônimo de conformismo.
Pensa bem, adoro experimentar: comidas, bebidas - mas prefiro as sem álcool, roupas, acessórios, sapatos... E se não gosto descarto, mas preciso experimentar. Gosto de conhecer gente. Converso na fila do supermercado, pergunto do marido, da filha, do genro, do cachorro e papagaio, fico amiga de infância no salão de beleza. Felipe diz que sou muito dada, preciso fazer a social. Mas não é isso, preciso conversar, saber, fuxicar, tudo curiosidade.
Visitar novos lugares é perfeito. Quando eu ganhar na Mega-Sena vou ter moradia fixa só para receber correspondência, mas vou viajar até enjoar, se é possível isso acontecer. E outra coisa, quem é conformado é chato. Não muda percurso de casa para o trabalho, tem hora certa de chegar, sair, comer. Vai sempre aos mesmos lugares, pede o mesmo cardápio, não arrisca e por isso não vive.
Não experimento mais porque tem coisa que não dá, tipo, eu gosto é de homem, fato inquestionável e que não precisa experimentos contrários, gosto da vida e por isso não me interesso por coisas que possam me tirar essa dádiva, como drogas. Além disso, certas coisas me impedem experimentar: o medo, a consciência e a vergonha - apesar desta eu ter pouca.
Move on, people!
Pensa bem, adoro experimentar: comidas, bebidas - mas prefiro as sem álcool, roupas, acessórios, sapatos... E se não gosto descarto, mas preciso experimentar. Gosto de conhecer gente. Converso na fila do supermercado, pergunto do marido, da filha, do genro, do cachorro e papagaio, fico amiga de infância no salão de beleza. Felipe diz que sou muito dada, preciso fazer a social. Mas não é isso, preciso conversar, saber, fuxicar, tudo curiosidade.
Visitar novos lugares é perfeito. Quando eu ganhar na Mega-Sena vou ter moradia fixa só para receber correspondência, mas vou viajar até enjoar, se é possível isso acontecer. E outra coisa, quem é conformado é chato. Não muda percurso de casa para o trabalho, tem hora certa de chegar, sair, comer. Vai sempre aos mesmos lugares, pede o mesmo cardápio, não arrisca e por isso não vive.
Não experimento mais porque tem coisa que não dá, tipo, eu gosto é de homem, fato inquestionável e que não precisa experimentos contrários, gosto da vida e por isso não me interesso por coisas que possam me tirar essa dádiva, como drogas. Além disso, certas coisas me impedem experimentar: o medo, a consciência e a vergonha - apesar desta eu ter pouca.
Move on, people!
3 comentários:
Não é questão de ser dada, talvez você seja comunicativa demais. Ou pelo menos, mais do que eu...rs.
Move on and move now!
You are curious a lot... but is willing to try!?
Let's go girl ... live and learn ... experiencing!
Good luck!
É anônimo, vc pegou o espírito da coisa.
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